Os classificados apresentam centenas de vagas para os mais diversos cargos. Mas decifrar o anúncio é a chave para saber se o seu perfil se encaixa na oportunidade apresentada, ainda que não se tenha todos os requisitos solicitados.
Segundo Fernando Montero da Costa, diretor de Operações da Human Brasil, empresa de seleção e recrutamento, quando a vaga pede uma característica imprescindível, como, por exemplo, inglês fluente, isso significa que esse requisito é obrigatório e eliminatório.
"Se o profissional não tiver o inglês fluente, nem adianta se candidatar", alerta Costa.
"Mas se o recrutador disser que o inglês fluente é uma qualidade desejável significa que esse item é um diferencial, uma vantagem para quem o tem", ensina.
"Se o profissional não tiver o inglês fluente, nem adianta se candidatar", alerta Costa.
"Mas se o recrutador disser que o inglês fluente é uma qualidade desejável significa que esse item é um diferencial, uma vantagem para quem o tem", ensina.
Requisitos
Sabendo ler efetivamente o anúncio da vaga fica mais fácil entender que tipo de profissional determinada empresa está buscando. Dessa forma, Costa diz ainda que não é necessário que o candidato preencha todos os requisitos para concorrer ao posto desejado.
"É preciso, contudo, que o profissional tenha familiaridade com o setor para o qual vai enviar o currículo. Se ele trabalhava para a indústria e se candidata para uma vaga na área de serviços, não terá muita chance", aponta.
Eliane Figueiredo, diretora-presidente da Projeto RH, acrescenta que se o candidato encaminhar um currículo para um anúncio e os requisitos solicitados estiverem muito distantes das qualificações que ele apresenta, muito possivelmente o documento será analisado rapidamente e descartado.
"O que pode ocorrer é o currículo ficar em um banco de dados para outras oportunidades, ou, quando for uma pesquisa pela Internet, ele nem entrará no filtro estipulado", explica.
"É preciso, contudo, que o profissional tenha familiaridade com o setor para o qual vai enviar o currículo. Se ele trabalhava para a indústria e se candidata para uma vaga na área de serviços, não terá muita chance", aponta.
Eliane Figueiredo, diretora-presidente da Projeto RH, acrescenta que se o candidato encaminhar um currículo para um anúncio e os requisitos solicitados estiverem muito distantes das qualificações que ele apresenta, muito possivelmente o documento será analisado rapidamente e descartado.
"O que pode ocorrer é o currículo ficar em um banco de dados para outras oportunidades, ou, quando for uma pesquisa pela Internet, ele nem entrará no filtro estipulado", explica.
Vagas abundantes
Fernando Costa afirma que em setores onde há a carência de mão de obra, quem tiver ao menos alguma experiência ou o mínimo de requisitos solicitados sai na frente.
"Quando há esse apagão de profissionais e a oferta de trabalho é maior do que a procura, quem estiver semiqualificado leva vantagem", diz Costa.
Ele aponta que esse profissional é absorvido pelo mercado por necessidade. Por isso, se a qualificação é pouca, mas há muitas vagas no setor, vale a pena tentar o trabalho, ainda que não se tenha todos os requisitos previamente solicitados, na opinião do consultor.
Eliane aponta que algumas competências, para determinados cargos, são essenciais, mas outras podem ser adquirias ao longo da carreira.
"Eventualmente, solicitam de um profissional da área de TI conhecimentos de muitos programas e linguagens de computação. Nesse caso, dificilmente um profissional sabe tudo. Mas caso ele tenha aproximadamente 80% dos conhecimentos solicitados, já podemos considerá-lo próximo ao perfil solicitado", diz Eliane.
A consultora ensina ainda que o profissional deve ter cautela ao escrever o seu currículo. Segundo Eliane, ele poderá ficar "queimado", caso ele cite no documento habilidades e conhecimentos que não possui. "Nesse caso, o aspecto ético fica comprometido", conclui.
Fonte: IG "Quando há esse apagão de profissionais e a oferta de trabalho é maior do que a procura, quem estiver semiqualificado leva vantagem", diz Costa.
Ele aponta que esse profissional é absorvido pelo mercado por necessidade. Por isso, se a qualificação é pouca, mas há muitas vagas no setor, vale a pena tentar o trabalho, ainda que não se tenha todos os requisitos previamente solicitados, na opinião do consultor.
Eliane aponta que algumas competências, para determinados cargos, são essenciais, mas outras podem ser adquirias ao longo da carreira.
"Eventualmente, solicitam de um profissional da área de TI conhecimentos de muitos programas e linguagens de computação. Nesse caso, dificilmente um profissional sabe tudo. Mas caso ele tenha aproximadamente 80% dos conhecimentos solicitados, já podemos considerá-lo próximo ao perfil solicitado", diz Eliane.
A consultora ensina ainda que o profissional deve ter cautela ao escrever o seu currículo. Segundo Eliane, ele poderá ficar "queimado", caso ele cite no documento habilidades e conhecimentos que não possui. "Nesse caso, o aspecto ético fica comprometido", conclui.
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